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O QUE EU TENHO QUE FAZER
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Queria tanto ficar bem sem você, sem falar, sem contato, mas ao mesmo tempo quase morro quando você não me conta como foi seu dia. Já basta essa distância insuportável e ficar um dia sem ter noticias suas acaba comigo.
Cuidado. Ao quebrar meu coração, você pode se machucar com os cacos dele.
Eles também brigam, batem portas e saem por aí. Mas voltam rindo da cara um do outro e dizem coisas como “não consigo ficar brabo contigo”.
Amor não acaba. Filmes acabam, balas acabam, dias acabam, beijos acabam, noites acabam, chocolate acaba, o assunto acaba, a paciência acaba, a vontade acaba - desejo diminui. Mas o amor não. Ele entra em coma, fica fraco, doente e, se for o caso, morre. Amor não é um sentimento, um fato, um objeto. Amor é uma vida, é algo que sai da compreensão humana, científica, racional. Amor não começa e acaba. Amor nasce e morre.
“Meu pai tentou colocar fogo na minha mãe e isso deixou ela com a cara deformada. Todos os dias, eu escrevo uma carta anônima dizendo que eu acho ela a mulher mais bonita que eu já vi, e coloco na caixa do correio. Ela chora sempre que abre as cartas. Ela ainda não sabe que sou eu.”
(Source: sweaterly, via esfrie)
Um dia, perguntei para o psiquiatra: sou bipolar? Ele me disse: de bipolar você não tem nada. Você é sincera e tem sentimentos intensos. E me explicou a origem da palavra sincera, que vem do latim e significa “sem cera”. Antigamente, carpinteiros e escultores usavam cera para disfarçar os defeitinhos de esculturas e móveis de madeira. Então, eles lixavam, passavam verniz e tudo ficava aparentemente perfeito e em ordem. O aspecto das peças era magnífico. Com o passar do tempo, do frio, calor e uso, a cera ia se desmanchando e os defeitos iam ganhando vida. Sinceridade é “sem cera”, ou seja, sem máscaras, sem retoques, sem querer ser o que não é. Achei bonita a explicação dele.
Layout retirado do site Blogskins, criado por Eunice, e adaptado por Certas Coisas.
Queria tanto ficar bem sem você, sem falar, sem contato, mas ao mesmo tempo quase morro quando você não me conta como foi seu dia. Já basta essa distância insuportável e ficar um dia sem ter noticias suas acaba comigo.
Cuidado. Ao quebrar meu coração, você pode se machucar com os cacos dele.
Eles também brigam, batem portas e saem por aí. Mas voltam rindo da cara um do outro e dizem coisas como “não consigo ficar brabo contigo”.
Amor não acaba. Filmes acabam, balas acabam, dias acabam, beijos acabam, noites acabam, chocolate acaba, o assunto acaba, a paciência acaba, a vontade acaba - desejo diminui. Mas o amor não. Ele entra em coma, fica fraco, doente e, se for o caso, morre. Amor não é um sentimento, um fato, um objeto. Amor é uma vida, é algo que sai da compreensão humana, científica, racional. Amor não começa e acaba. Amor nasce e morre.
“Meu pai tentou colocar fogo na minha mãe e isso deixou ela com a cara deformada. Todos os dias, eu escrevo uma carta anônima dizendo que eu acho ela a mulher mais bonita que eu já vi, e coloco na caixa do correio. Ela chora sempre que abre as cartas. Ela ainda não sabe que sou eu.”
(Source: sweaterly, via esfrie)
Um dia, perguntei para o psiquiatra: sou bipolar? Ele me disse: de bipolar você não tem nada. Você é sincera e tem sentimentos intensos. E me explicou a origem da palavra sincera, que vem do latim e significa “sem cera”. Antigamente, carpinteiros e escultores usavam cera para disfarçar os defeitinhos de esculturas e móveis de madeira. Então, eles lixavam, passavam verniz e tudo ficava aparentemente perfeito e em ordem. O aspecto das peças era magnífico. Com o passar do tempo, do frio, calor e uso, a cera ia se desmanchando e os defeitos iam ganhando vida. Sinceridade é “sem cera”, ou seja, sem máscaras, sem retoques, sem querer ser o que não é. Achei bonita a explicação dele.
Layout retirado do site Blogskins, criado por Eunice, e adaptado por Certas Coisas.
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Escreva aqui sobre você! Oi meu nome é fulana, tenho x anos, moro na cidade tal, adoro passear e brincar com meu cachorro. Beijo me liga!
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